“Alin´li”
Alin´li es una expresión del kriol de Guiné-Bissau o guineense que significa en portugués “cá estou” y que viene a ser en castellano “aquí estoy”.
Tomando como base el curso de kriol de Planeta Agostini, publicado por bissaufreak en You Tube, comprobamos que la misma se emplea como contestación clásica en los saludos:
- Kuma? ¿Cómo estás?
- Alin´li Aquí estoy
Considero que es una expresión más cercana a la realidad de la existencia de una persona que la clásica del contestación en castellano y mejora la adaptación compostelana de la misma:
Castellano:
- ¿Cómo estás?
- Bien
Adaptación compostelana.
- ¿Cómo estás?
- Bien, o te cuento
En la sociedad actual el estar bien es demasiado relativo y fluctuante ante la velocidad de cambios que el ser necesita para estar y convertirse en existencia, así que con una contestación usual de “aquí estoy” basta para expresar que ya es bastante. Ya el psiquiatra Rojas Marcos manifiesta en su obra “La ilusoria vida normal” que en este mundo todos tienen sus problemas y que la “vida normal” que a veces creemos que otras personas llevan plena de felicidad es ilusoria.
Así que, en un año más estamos según el calendario gregoriano, establecido es que corresponde al 2009, y “Alin´li 2009”
Bissau 4 de enero
domingo, 4 de enero de 2009
miércoles, 29 de octubre de 2008
Cá Bissau XXXIII "Estar no fim" ( 2005 )
“Estar no fim” ( 3 anos depois)
ESTAR NO FIM
Autor Moçango
A necessidade de desconectar levou-o a começar a viaje, não era o melhor momento pero a sua mente o precisava, já que a evolução da enfermidade fazia prever um final próximo o regresso.
O passar os dias, as informações que chegavam ao menu das mensagens sms do móbil comunicavam um agravamento da enfermidade maior da esperada. Ligou a sua irmã e o som da sua voz e ritmo respiratório transmitia esgotamento e tensão, tratou-a de tranqüilizar a vez que pensava em voltar no momento em que chegara a capital do país, única cidade com aeroporto internacional.
<< À noite entro na tenda de campanha e recebo uma sms com malas noticias “Segue com soro. Infecção de urina. Risco de obstrução intestinal”. Os médicos opinam que não é preciso que retorne, pero as dúvidas caminham pelos neurônios.
Mala noite entre pesadelos, esta frio, rouquidões, buraco no chão, inclinação da colchonete,... Ás seis horas certas começa despontar o dia, tomo um duche quente para relaxar e como todos os dias, às sete horas, esperando para sair. Tomamos a estrada direção Opuwo aonde chegamos às onze horas.
No supermercado mercamos comida para levar ás aldeias himba: farinha, açúcar, tabaco, rebuçados e vaselina. Ligo o móbil e recebo a mensagem que em qualquer momento era possível “Intenta regressar”.
Sem perder tempo contacto côa companhia do seguro, pero ao não estar falecido, não arranja a viagem volta. Desde Madrid conseguem bilhetes eletrônicos para o dia seguinte saindo desde a capital, e que com duas escalas e vinte e seis horas, levara-me até o quarto onde uma vida caminha ao fim. Pero não há transporte público até a capital e esta fica a setecentos e vinte e oito quilômetros; restam vinte horas para saída do avião. >>
A gente olhava pela aldeia a um grupo de brancos indo de um lado para outro na procura de um médio de transporte. Não há comboio, não há autocarro, só há algum carro de propriedade particular. Ficam no posto de gasolina e perguntar as pessoas que param o seu carro para prover combustível.
<< - Pode você levar-me até a capital ?
- Não vai ser possível eu só vou até Otjiwarongo, pero você lá pode ir de táxi até a capital.
- Ta bem >>
Dez minutos depois, e trás os cumprimentos, abraços e beijos aos colegas, ficava no assento dianteiro de uma caminhonete. Distintas vidas, existências e essências; o condutor da etnia “bastarda” leva a um europeu até os derradeiros dias da viagem vital do pai dele, e o seu?
<<>>.
Já chegaram a Otjiwaringo e o bastardo procurou um táxi para que o levasse, de novo ia num carro pela estrada, agora com asfaltamento.
<<>>
Chega capital de noite e necessita um lugar tranqüilo para relaxar-se e descansar até o dia seguinte no que o primeiro avião descola.
- Como é que estas de volta? Já não tinhas dinheiro?
Sim, já nom tinha.
ESTAR NO FIM
Autor Moçango
A necessidade de desconectar levou-o a começar a viaje, não era o melhor momento pero a sua mente o precisava, já que a evolução da enfermidade fazia prever um final próximo o regresso.
O passar os dias, as informações que chegavam ao menu das mensagens sms do móbil comunicavam um agravamento da enfermidade maior da esperada. Ligou a sua irmã e o som da sua voz e ritmo respiratório transmitia esgotamento e tensão, tratou-a de tranqüilizar a vez que pensava em voltar no momento em que chegara a capital do país, única cidade com aeroporto internacional.
<< À noite entro na tenda de campanha e recebo uma sms com malas noticias “Segue com soro. Infecção de urina. Risco de obstrução intestinal”. Os médicos opinam que não é preciso que retorne, pero as dúvidas caminham pelos neurônios.
Mala noite entre pesadelos, esta frio, rouquidões, buraco no chão, inclinação da colchonete,... Ás seis horas certas começa despontar o dia, tomo um duche quente para relaxar e como todos os dias, às sete horas, esperando para sair. Tomamos a estrada direção Opuwo aonde chegamos às onze horas.
No supermercado mercamos comida para levar ás aldeias himba: farinha, açúcar, tabaco, rebuçados e vaselina. Ligo o móbil e recebo a mensagem que em qualquer momento era possível “Intenta regressar”.
Sem perder tempo contacto côa companhia do seguro, pero ao não estar falecido, não arranja a viagem volta. Desde Madrid conseguem bilhetes eletrônicos para o dia seguinte saindo desde a capital, e que com duas escalas e vinte e seis horas, levara-me até o quarto onde uma vida caminha ao fim. Pero não há transporte público até a capital e esta fica a setecentos e vinte e oito quilômetros; restam vinte horas para saída do avião. >>
A gente olhava pela aldeia a um grupo de brancos indo de um lado para outro na procura de um médio de transporte. Não há comboio, não há autocarro, só há algum carro de propriedade particular. Ficam no posto de gasolina e perguntar as pessoas que param o seu carro para prover combustível.
<< - Pode você levar-me até a capital ?
- Não vai ser possível eu só vou até Otjiwarongo, pero você lá pode ir de táxi até a capital.
- Ta bem >>
Dez minutos depois, e trás os cumprimentos, abraços e beijos aos colegas, ficava no assento dianteiro de uma caminhonete. Distintas vidas, existências e essências; o condutor da etnia “bastarda” leva a um europeu até os derradeiros dias da viagem vital do pai dele, e o seu?
<<>>.
Já chegaram a Otjiwaringo e o bastardo procurou um táxi para que o levasse, de novo ia num carro pela estrada, agora com asfaltamento.
<<>>
Chega capital de noite e necessita um lugar tranqüilo para relaxar-se e descansar até o dia seguinte no que o primeiro avião descola.
- Como é que estas de volta? Já não tinhas dinheiro?
Sim, já nom tinha.
martes, 14 de octubre de 2008
Cá Bissau XXXII "No es pais para viejos"
“No es país para viejos”
Después del retorno y pasado el retorno volvió una cosa negra, que venia a ser un disco duro extraíble, que meses atrás había dejado sin dejarme entrar, mas que grande la sorpresa cuando lo conecto y puedo visionar una película de los Cohen, no es ... para ...
Solo sigue en la mente algo que hace meses está presente ¿cómo se puede morir tanta a gente a la vez? Es como si la costumbre europea de salir a tomar algo cá fuera se ha muerto alguien.
Nunca dejaran de sorprender los motivos o las causas, pero cá están, el otro día estabas y ya no estás y nunca habrá una explicación al porqué porque la edad no lo es, sino siempre que nos encontraremos con ¿cómo puede ser? a algún suceso todo puede ser, desde la sonrisa a la desaparición.
Para Gianni Barsotti voluntario de LVIA en Guine Bissau fallecido en Italia el 9 de octubre a causa de una malaria cerebral
Bissau 10 de octubre
Después del retorno y pasado el retorno volvió una cosa negra, que venia a ser un disco duro extraíble, que meses atrás había dejado sin dejarme entrar, mas que grande la sorpresa cuando lo conecto y puedo visionar una película de los Cohen, no es ... para ...
Solo sigue en la mente algo que hace meses está presente ¿cómo se puede morir tanta a gente a la vez? Es como si la costumbre europea de salir a tomar algo cá fuera se ha muerto alguien.
Nunca dejaran de sorprender los motivos o las causas, pero cá están, el otro día estabas y ya no estás y nunca habrá una explicación al porqué porque la edad no lo es, sino siempre que nos encontraremos con ¿cómo puede ser? a algún suceso todo puede ser, desde la sonrisa a la desaparición.
Para Gianni Barsotti voluntario de LVIA en Guine Bissau fallecido en Italia el 9 de octubre a causa de una malaria cerebral
Bissau 10 de octubre
martes, 30 de septiembre de 2008
Cá Bissau XXXI "Inversor"
“Inversor”
El lunes 29 de septiembre ha sido un día negro en los mercados financieros, fuertes caídas de las bolsas y los inversores con sus entidades financieras tratando de mantener sus ganancias.
Podemos entender un inversor como aquel o aquello que se sitúa en una posición para realizar una actividad volviendo transcurrido un tiempo a su posición de partida con aumento o disminución de lo aportado.
Cá Bissau existe un tipo de inversor centrado en el mercado eléctrico. Lo usual es que su actividad se desarrolle en dos fases, la cero, en donde es preciso que reciba suministros de las petroleras y la uno o dos (dependiendo del técnico utilizado) en donde recibe suministro de la eléctrica EAGB, que debió inspirar el principio de indeterminación de Heisenberg ya que es impredecible su funcionamiento.
No creo que haya sido como consecuencia de la crisis estadounidense pero tenemos crisis con el inversor.
El del trabajo ha sufrido una sobrecarga de inyección de suministro de la eléctrica que ha sufrido un bloqueo en su funcionamiento siendo preciso en este momento el análisis de los técnicos para determinar si es recuperable el mismo para el mercado.
El de vivienda la citada inyección de suministro le ha llevado a situarse en posición roja,”put on the red light”, está disponible para la actividad, pero sigue en crisis, porque no es capaz de suministrar con la intensidad que se le demanda.
Para solucionar esta nueva crisis, en el primer caso, probablemente demandaremos la intervención del Estado y en segundo la aportación de elementos de la sociedad civil.
Podríamos imaginar un día de actividad bursátil en Bissau en donde una sobrecarga provocara el bloqueo del inversor, provocando una reacción en cadena de fallos de equipos de control del mercado ocasionando una caída de la bolsa y con la consiguiente subida del índice “Ka têm” (elemento utilizado para saber que cantidad de cosas no hay).
Bissau 30 de septiembre de 2008
El lunes 29 de septiembre ha sido un día negro en los mercados financieros, fuertes caídas de las bolsas y los inversores con sus entidades financieras tratando de mantener sus ganancias.
Podemos entender un inversor como aquel o aquello que se sitúa en una posición para realizar una actividad volviendo transcurrido un tiempo a su posición de partida con aumento o disminución de lo aportado.
Cá Bissau existe un tipo de inversor centrado en el mercado eléctrico. Lo usual es que su actividad se desarrolle en dos fases, la cero, en donde es preciso que reciba suministros de las petroleras y la uno o dos (dependiendo del técnico utilizado) en donde recibe suministro de la eléctrica EAGB, que debió inspirar el principio de indeterminación de Heisenberg ya que es impredecible su funcionamiento.
No creo que haya sido como consecuencia de la crisis estadounidense pero tenemos crisis con el inversor.
El del trabajo ha sufrido una sobrecarga de inyección de suministro de la eléctrica que ha sufrido un bloqueo en su funcionamiento siendo preciso en este momento el análisis de los técnicos para determinar si es recuperable el mismo para el mercado.
El de vivienda la citada inyección de suministro le ha llevado a situarse en posición roja,”put on the red light”, está disponible para la actividad, pero sigue en crisis, porque no es capaz de suministrar con la intensidad que se le demanda.
Para solucionar esta nueva crisis, en el primer caso, probablemente demandaremos la intervención del Estado y en segundo la aportación de elementos de la sociedad civil.
Podríamos imaginar un día de actividad bursátil en Bissau en donde una sobrecarga provocara el bloqueo del inversor, provocando una reacción en cadena de fallos de equipos de control del mercado ocasionando una caída de la bolsa y con la consiguiente subida del índice “Ka têm” (elemento utilizado para saber que cantidad de cosas no hay).
Bissau 30 de septiembre de 2008
domingo, 28 de septiembre de 2008
Cá Bissau XXX "Seguridad jurídica"
“Seguridad jurídica”
Hace poco más de una semana disfrutaba de acogida por unos días en una casa de un barrio de la capital, cuando a media mañana la conversación se vio interrumpida por la presencia de un funcionario del Ministerio de Justicia. La propietaria le atendió adecuadamente y tras confirmar el nombre y apellidos del destinatario recibió la correspondiente notificación.
La lectura de la comunicación causó estupor, no se trataba de una comunicación de multas, denuncia de faltas,... sino de que acababa de heredar. Cuantas veces no se nos ha pasado por la cabeza recibir una herencia de alguien desconocido? Era realidad el oficio así lo describía.
Pero había cosas aún más sorprendentes, los padres no se correspondían con los suyos, el hermano que aparecía, no existía, pero los apellidos si mantenían el oportuno orden para que el primero correspondiera con el virtual padre y el segundo con la virtual madre, dando como conclusión que el nombre, apellidos y dirección correspondiesen con la receptora de la notificación.
Más lo que se heredaba era el proceso en ejecución de una deuda de casi 3.000.000 de pesetas de 1998, glup!!! Acaso la receptora estaba inserta en un programa de cámara oculta como si se tratase de una de las peripecias de “Sin noticias de Grup”, pero el papel era real con la falta de un detalle, el número del documento nacional de identidad o bilhete de identidade en cá Bissau.
Para identificar las ciudadanos los estados emplean elementos numéricos de identificación, ya que hay personas con el mismo nombre y apellidos, es más a la hora de pedir un préstamo hipotecario descubrí que la entidad comunicaba que tenía mujer e hijos cuando había declarado que no.
Quien era la autentica heredera daba igual, el caso es que la receptora así que como en Bissau no se encontraba, a los juzgados de Plaza de Castilla de Madrid se desplazó con el Libro de Familia y DNI como documentos que probatorios del error de la comunicación, y a la espera está.
La heredera desde Madrid echa de menos Bissau... “pues que si también pueden ocurrir cosas insólitas como se estívese lá …” hay personas guineenses facilitadoras.
Para ASD
Cá Bissau Lá Madrid
Bissau 27 de septiembre de 2008
Hace poco más de una semana disfrutaba de acogida por unos días en una casa de un barrio de la capital, cuando a media mañana la conversación se vio interrumpida por la presencia de un funcionario del Ministerio de Justicia. La propietaria le atendió adecuadamente y tras confirmar el nombre y apellidos del destinatario recibió la correspondiente notificación.
La lectura de la comunicación causó estupor, no se trataba de una comunicación de multas, denuncia de faltas,... sino de que acababa de heredar. Cuantas veces no se nos ha pasado por la cabeza recibir una herencia de alguien desconocido? Era realidad el oficio así lo describía.
Pero había cosas aún más sorprendentes, los padres no se correspondían con los suyos, el hermano que aparecía, no existía, pero los apellidos si mantenían el oportuno orden para que el primero correspondiera con el virtual padre y el segundo con la virtual madre, dando como conclusión que el nombre, apellidos y dirección correspondiesen con la receptora de la notificación.
Más lo que se heredaba era el proceso en ejecución de una deuda de casi 3.000.000 de pesetas de 1998, glup!!! Acaso la receptora estaba inserta en un programa de cámara oculta como si se tratase de una de las peripecias de “Sin noticias de Grup”, pero el papel era real con la falta de un detalle, el número del documento nacional de identidad o bilhete de identidade en cá Bissau.
Para identificar las ciudadanos los estados emplean elementos numéricos de identificación, ya que hay personas con el mismo nombre y apellidos, es más a la hora de pedir un préstamo hipotecario descubrí que la entidad comunicaba que tenía mujer e hijos cuando había declarado que no.
Quien era la autentica heredera daba igual, el caso es que la receptora así que como en Bissau no se encontraba, a los juzgados de Plaza de Castilla de Madrid se desplazó con el Libro de Familia y DNI como documentos que probatorios del error de la comunicación, y a la espera está.
La heredera desde Madrid echa de menos Bissau... “pues que si también pueden ocurrir cosas insólitas como se estívese lá …” hay personas guineenses facilitadoras.
Para ASD
Cá Bissau Lá Madrid
Bissau 27 de septiembre de 2008
domingo, 31 de agosto de 2008
Cá Bissau XXIX "Kouyate"
“Kouyate”
Hace siglos había un rey que tenía una dependencia a la que el sólo podía entrar, cualquier otra persona moriría si allí iba. En la misma sólo se encontraba un badafón y un águila que era la encargada de la vigilancia.
Una persona infringió esta norma y se adentró en el lugar, el águila le comunica que tiene que matarlo, pero él le habla y le transmite que lo convertirá en un animal sagrado, así que a un acuerdo llegan. Se aproxima al badafón y comienza a tocarlo, el rey aparece en la estancia y sorprendido le informa que va a morir por lo que esta haciendo. Comienza a cantar contándole historias de su familia y de su vida, quedando el rey sorprendido porque hasta ese momento nunca nadie había hablado de él, sólo él hablaba de él, así que opta por nombrale que será un hombre feliz, kouyate.
Mundo griot, sabiduría de transmisión oral de generación en generación, maestro N´Bay Kouyate ha sido un placer poder compartir horas escuchando la kora y aprendiendo de cosas de otro mundo que es el mismo mundo.
Bissau 31 de agosto de 2008
Hace siglos había un rey que tenía una dependencia a la que el sólo podía entrar, cualquier otra persona moriría si allí iba. En la misma sólo se encontraba un badafón y un águila que era la encargada de la vigilancia.
Una persona infringió esta norma y se adentró en el lugar, el águila le comunica que tiene que matarlo, pero él le habla y le transmite que lo convertirá en un animal sagrado, así que a un acuerdo llegan. Se aproxima al badafón y comienza a tocarlo, el rey aparece en la estancia y sorprendido le informa que va a morir por lo que esta haciendo. Comienza a cantar contándole historias de su familia y de su vida, quedando el rey sorprendido porque hasta ese momento nunca nadie había hablado de él, sólo él hablaba de él, así que opta por nombrale que será un hombre feliz, kouyate.
Mundo griot, sabiduría de transmisión oral de generación en generación, maestro N´Bay Kouyate ha sido un placer poder compartir horas escuchando la kora y aprendiendo de cosas de otro mundo que es el mismo mundo.
Bissau 31 de agosto de 2008
Cá Bissau XXVIII "Mecánica clara"
“Mecánica clara”
Hace días en una comida contaban el sistema de reparación de los radiadores de los coches en Mali. Es habitual que el coche falle por perforaciones en el radiador, para ello la solución es emplear clara de huevo, está con la elevadas temperaturas se fríe como si en una sartén fuera y tapona los huecos del radiador.
Desconocemos si el origen de esta aplicación de los huevos a la mecánica fue casual, pero no sorprendería que ante una avería se utilizara el motor caliente del vehículo para hacer unos huevos fritos mientras se esperaba a un mecánico y parte de la clara se acabara introduciendo en el radiador acabando de reparar la avería.
Mas hay momentos y situaciones en que uno la tiene clara por mucos huevos que disponga. Hace poco fuimos convidados a una cena para conocer y oír al maestro de la kora N´Bay Kouyate, residente en Conakry pero que se encuentra estos días por el Bairro Militar, así que allí fuimos con el vehículo que al final hace que el cuerpo se desplacen con menos esfuerzo físico sino a base de gasoil. El hábito y la costumbre hace que salga del coche cerrando el seguro del mismo pero dejando las llaves en su interior. La tenía clara.
Pero la kora en manos de los kouyate hace que estos detalles materiales carezcan de importancia y allí quedo el coche un día aprendiendo de los gritos, por lo que ha sido bautizado “kouyate”, que significa felicidad.
Bissau 31 de agosto de 2008
Hace días en una comida contaban el sistema de reparación de los radiadores de los coches en Mali. Es habitual que el coche falle por perforaciones en el radiador, para ello la solución es emplear clara de huevo, está con la elevadas temperaturas se fríe como si en una sartén fuera y tapona los huecos del radiador.
Desconocemos si el origen de esta aplicación de los huevos a la mecánica fue casual, pero no sorprendería que ante una avería se utilizara el motor caliente del vehículo para hacer unos huevos fritos mientras se esperaba a un mecánico y parte de la clara se acabara introduciendo en el radiador acabando de reparar la avería.
Mas hay momentos y situaciones en que uno la tiene clara por mucos huevos que disponga. Hace poco fuimos convidados a una cena para conocer y oír al maestro de la kora N´Bay Kouyate, residente en Conakry pero que se encuentra estos días por el Bairro Militar, así que allí fuimos con el vehículo que al final hace que el cuerpo se desplacen con menos esfuerzo físico sino a base de gasoil. El hábito y la costumbre hace que salga del coche cerrando el seguro del mismo pero dejando las llaves en su interior. La tenía clara.
Pero la kora en manos de los kouyate hace que estos detalles materiales carezcan de importancia y allí quedo el coche un día aprendiendo de los gritos, por lo que ha sido bautizado “kouyate”, que significa felicidad.
Bissau 31 de agosto de 2008
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